terça-feira, 6 de maio de 2014

MCC - Movimento Contra Corrupção: Contato

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Uma princesa de cabelo black power luta contra o racismo - 06/05/2014 - Rede Social - Colunistas - Folha de S.Paulo

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Doleiro arrasta campanha de Gleisi, diz Elio Gaspari | Fábio Campana

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Homem que recebeu de doleiro esteve com Gleisi duas vezes | Implicante

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Senado Federal - Google+

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quarta-feira, 23 de abril de 2014



██ Notícia Gospel: ██ Projeto do PT feito pelo pastor Crivela prega ditadura

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É Mentira do PT!: Armação Orquestrada: PT envia seus militantes para...

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terça-feira, 15 de abril de 2014

rasil 08h39, 15 de Abril de 2014

PF indiciará ex-diretor da Petrobras, doleiro e outras 26 pessoas

Comissão da Câmara investigará se houve pagamento de propina.

Tânia Rêgo/Agência Brasil
Sede da Petrobras no Rio
Sede da Petrobras no Rio
A Polícia Federal concluirá até quinta-feira o inquérito da Operação Lava-Jato, com o indiciamento das 28 pessoas presas nas duas fases da ação policial que investiga desvios de pelo menos R$ 10 bilhões para o exterior. O número de indiciados pode até aumentar, segundo os delegados que preparam o relatório final, com a inclusão de outras pessoas que não foram presas e cujos nomes surgiram ao longo das investigações.
As 15 pessoas que continuam presas preventivamente, entre elas o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, deverão permanecer na prisão. Nesta semana, eles devem ser transferidos para o presídio de segurança máxima de Catanduvas, no interior do Paraná.
O relatório da PF será enviado ao juiz federal Sérgio Moro e ao Ministério Público Federal. O MPF vai analisar o documento da PF e decidir se oferece denúncia ao juiz. Aceita a denúncia, todos se transformam em réus e aguardarão presos pela sentença. Os presos da Lava-Jato serão indiciados por evasão de divisas, manutenção de contas não declaradas no exterior, operações não autorizadas pelo sistema de câmbio, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e financiamento ao tráfico de drogas. Este último crime deve ser imputado aos quatro doleiros presos na operação, sobretudo a Carlos Habib Chater, de Brasília, que foi flagrado financiando traficantes.
Ex-diretor foi preso no dia 20
A Lava-Jato investiga principalmente corrupção e fraudes em licitações da Petrobras, tendo o ex-diretor de Abastecimento da estatal como o centro das ações coordenadas pela PF. Paulo Roberto Costa foi preso no dia 20, em seu apartamento, no Rio, onde os policiais apreenderam centenas de documentos.
O deputado Fernando Francischini (Solidariedade-PR), membro da Comissão Externa na Câmara que investiga se houve pagamento de propinas nos negócios da empresa holandesa SMB com a Petrobras, disse que vai pedir a investigação dos dados publicados pelo GLOBO segundo os quais empresas fornecedoras da Petrobras pagariam “taxas de sucesso” para Costa em percentuais que variavam de 5% a 50%.
Além desses contratos, o ex-diretor da Petrobras receberia mesadas de grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa, que pagaria mensalmente R$ 100 mil, totalizando R$ 3 milhões durante a vigência do contrato, em setembro de 2015. Numa nota de apenas uma linha, a construtora disse apenas que “manteve em 2013 relação contratual com a consultoria Costa Global”.
— Taxas de 50% só podem ser resultado de corrupção — disse Francischini, que também é delegado da PF.
Ele quer investigar também os negócios de Costa com a Astromarítima Navegação S/A, com sede no Rio. Segundo o “Fantástico”, da TV Globo, a empresa tem negócios de R$ 550 milhões com a Petrobras no fornecimento de navios petrolíferos para a estatal e está entre as empresas que pagam taxas de sucesso para o ex-diretor. As planilhas apreendidas mostram que a empresa pagava uma taxa de sucesso de 5% do bruto dos contratos com a estatal, mais 50% do que excedesse o total de R$ 110 milhões:
— Vamos investigar se esses navios não são fantasmas.
Em nota, a empresa diz que, “em consequência de seu valor no mercado, recebeu pelo menos dez propostas de compra, que não se consumaram” e que assinou “um acordo com a Costa Global para intermediação com a companhia J&F, que teria interesse em aportar recursos na Astromarítima ou, alternativamente, adquirir participação societária. A remuneração ajustada foi de 5% do preço de venda das ações, cujo valor global foi fixado em R$ 110 milhões. Apenas se a transação ultrapassasse este valor, a Costa Global faria jus, ainda, por êxito, à remuneração de 50%do excedente, conforme prática usual do mercado”.
Fonte: O Globo
Eu fico pensando como o PT e seus senadores são baba ovBrasil 07h40, 21 de Março de 2014

Conselho da Petrobras não examinou detalhes de contrato, dizem membros


Ilustração
Integrantes do conselho de administração da Petrobras na época da aprovação da compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006, disseram ao G1 que não examinaram os detalhes do contrato e que a operação foi aprovada com base na apresentação e defesa feitas pelos administradores da estatal, além de avaliações técnicas e recomendação de consultoria independente. Eles afirmaram ainda que não é papel dos conselheiros analisar toda a documentação referente a cada assunto que é debatido no colegiado.
"Conselheiro não é o administrador. Não há por que ficar examinando detalhes de um contrato de aquisição. Supostamente a empresa tem advogados que fazem isso”, disse ao G1 o presidente do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, Cláudio Luiz da Silva Haddad, que integrou o conselho da Petrobras até março de 2006. "A gente achou que seria um bom negócio para a Petrobras”, completou.
A compra da refinaria de Pasadena é alvo de investigações do Tribunal de Contasda União, da Polícia Federal e do Ministério Público, por suspeita de superfaturamento.
A aquisição de 50% da refinaria, por US$ 360 milhões, foi aprovada pelo conselho da estatal em fevereiro de 2006. Posteriormente, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, antes compartilhada com uma empresa belga, a Astra Oil. Ao final, o negócio custou à Petrobras US$ 1,18 bilhão.
A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou na quarta-feira (19), por meio de nota à imprensa, que se baseou em um parecer "falho" quando votou favoravelmente à compra dos primeiros 50% da refinaria. Na época, Dilma era ministra da Casa Civil e presidente do conselho da Petrobras.
Segundo ela, o documento apresentado pela área internacional da estatal omitia cláusulas que, "se conhecidas, seguramente não seriam aprovadas pelo conselho".

Cláusulas 'desconhecidas'

Três integrantes do conselho da Petrobras que participaram da reunião que aprovou o negócio disseram ao G1 que não tinham conhecimentos das cláusulas contratuais Put Option e Marlim, citadas na nota da Presidência, ou que não se lembram de que elas tenham sido comentadas.
A primeira estabelecia a obrigação de comprar 100% da refinaria em caso de desentendimento entre os sócios. A segunda garantia à belga Astra Oil um lucro de 6,9% ao ano, mesmo que as condições de mercado fossem adversas.
Na última quinta (20), o ex-presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, afirmou que a cláusula Put Option é comum em aquisições de empresas.
“Se teve, realmente, não me lembro. Procurei até ver se eu tinha a apresentação do 'management' nessa reunião, mas não achei, porque era tudo papel na época”, disse Haddad.

Aprovação por unanimidade

O general da reserva Gleuber Vieira, ex-comandante do Exército, que se desligou do conselho também em 2006, disse ao G1 que também não teve conhecimento destas cláusulas. "Eu não recordo detalhes, mas estas cláusulas devem ter vindo depois, na hora da negociação para a compra; eu, pelo menos, não tomei conhecimento”, afirmou o ex-conselheiro.
"Eu não me recordo se no momento (da compra) houve algum questionamento, mas é sintomático o fato de ter sido aprovado por unanimidade. Os estudos feitos pela diretoria, apresentados ao conselho, foram sólidos. Agora, se eles tinham fundamento ou não, são outros 500”, acrescentou.
Outro conselheiro na época, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter também afirmou que não tinha conhecimento das cláusulas. "O Conselho de Administração da Petrobras baseou-se em avaliações técnicas de consultorias com reconhecida experiência internacional, cujos pareceres apontavam para a validade e a oportunidade do negócio, considerando as boas perspectivas de mercado para os anos seguintes. Entretanto, a crise global de 2008 alterou drasticamente o potencial de crescimento do mercado nos anos subsequentes", disse, em nota.
Gerdau, que continua como membro do conselho da Petrobras, acrescentou ainda que, assim que teve conhecimento das cláusulas contratuais, posicionou-se a favor da desistência do negócio, assim como os demais membros do Conselho. Ele não mencionou quando isso ocorreu.
Segundo a Presidência da República, os membros do conselho da Petrobras só tomaram conhecimento das cláusulas em questão em 2008, quando a diretoria executiva apresentou a proposta de compra das ações da sócia, decorrente da aplicação da cláusula de Put Option, o que levou o conselho a não aprovar a compra do restante da refinaria e entrar com processo arbitral contra a sócia belga.
No entanto, a Petrobras perdeu o litígio na Câmara Internacional de Arbitragem de Nova York e em Cortes Superiores do Texas. A compra das ações da Astra Oil foi ratificada em 2012.

Citibank recomendou, diz conselheiro

Cláudio Haddad disse se recordar que na reunião ocorrida há oito anos a aprovação do negócio foi precedida por apresentação da diretoria da Petrobras e contou também com um parecer do Citibank, contratado para dar o seu parecer sobre a transação.
“Eu me lembro que teve uma 'fairness opinion' (recomendação de uma instituição financeira), que foi do Citibank, que comparou preços, recomendou e mostrou que estava perfeitamente dentro, até abaixo dos preços praticados na época”, afirmou. “Como o investimento fazia sentido, o preço estava ok, não havia por que o conselho não aprovar”.
Procurado pelo G1 e questionado sobre as justificativas para a recomendação do negócio e se o banco tinha conhecimento das cláusulas Put Option e Marlim, o Citi Brasil informou que "não comentará o assunto".
Haddad e Vieira explicaram que houve uma defesa do negócio por parte da diretoria ida Petrobras, mas disseram não ter certeza se o então diretor internacional, Nestor Ceveró, responsável pelo resumo executivo que embasou a decisão do concelho, estava presente.

Detalhes da reunião

Os conselheiros ouvidos pelo G1 afirmam ter pouca lembrança dos detalhes da reunião que aprovou a compra da refinaria. Eles disseram, porém, ser praxe a aprovação de negócios com base apenas nas informações apresentadas pelos administradores da empresa.
“Eu não tenho nenhuma lembrança concreta sobre o fato porque, em cada reunião, e eram umas 8 por ano mais ou menos, havia pauta de 8, 10 a 12 assuntos. O que eu lembro vagamente é que foi feito um estudo pela diretoria da Petrobras, apresentado perante o conselho, que apontou uma série de vantagens, que eram superiores às possíveis desvantagens, e que aconselhavam a compra que era oportuna naquele momento”, disse o general Vieira. "E não cabe ao conselho de administração estar refazendo os estudos, senão seria criar uma nova cúpula de Petrobras para fazer os estudos", continuou.
Segundo Haddad, diante de tantos investimentos da Petrobras, o negócio de US$ 360 milhões não chamou tanta atenção. “Não é uma coisa irrisória, evidentemente, mas comparado a outros investimentos discutidos em outras reuniões da Petrobras, isso também não era nada que chamasse grande atenção em termos de valor”, afirmou.
Ele informou que nem se lembrava mais direito do assunto e que, após o tema ganhar os noticiários, foi atrás da pauta da reunião para se recordar melhor do episódio. “Teve vários outros tópicos antes deste (compra da refinaria). A pauta daquele dia tinha 6 itens. Normalmente, as reuniões começavam entre 9h, 10h, e iam no mínimo até 2h, 3h da tarde”, recordou.

Justificativa para compra

Os conselheiros afirmaram que, na época, a compra da refinaria fazia sentido. “O Brasil estava com deficiência de petróleo leve, estava importando petróleo leve para gerar derivados, e estava com excesso de petróleo pesado. E estava com uma diferença, porque o leve era bem mais caro que o pesado, o que estava prejudicando a empresa", explicou Haddad.
"A Petrobras estava tendo prejuízo em função disso. Então, durante várias reuniões, foi discutido o que fazer. Aí veio a alternativa, como você não constrói uma refinaria em um espaço curto de tempo, de adquirir uma refinaria no exterior. Então já havia essa decisão estratégica que fazia todo o sentido para a empresa”, acrescentou.
Questionado sobre qual seria sua posição se tivesse conhecimento das polêmicas cláusulas na ocasião, o presidente do Insper não foi categórico como a presidente Dilma. “Não sei. Esta é uma pergunta muito hipotética, teria que estar lá examinando, discutindo. Não dá para dizer necessariamente nem que aprovaria nem que não aprovaria porque teria que estar lá naquela situação, vendo as cláusulas, vendo exatamente o que elas representavam e qual o risco da Petrobras”, afirmou Haddad.
Segundo ele, há várias razões que podem transformar um investimento em um mau negócio, como gestão e condições de mercado, e que cláusulas contratuais não são os únicos fatores determinantes na avaliação de um acordo. "Eu sempre usei o melhor juízo e minha consciência. Agora, as condições mudam: o investimento que é aprovado em 2006, sei lá, 5 anos depois pode se tornar excelente ou pode se provar um limão. São coisas que acontecem."
O general Vieira também não quis dar uma posição definitiva. “Você vai me desculpar, mas eu não raciocino no condicional”, disse. Ele afirma, porém, ser favorável a uma investigação sobre a atuação dos executivos da Petrobras no negócio.
"Esse problema que estão levantando me leva a pensar se os dados que me foram apresentados eram verdadeiros, reais, ou se eram enganosos. É uma dúvida", afirmou. Sobre a possibilidade de abertura de uma CPI para investigar o caso, o general diz apoiar a apuração das condições e "realidade das negociações dentro da Petrobras", mas afirmou que é preciso "separar o que é interesse de realmente apurar os fatos e o que tem de apenas fundamento político".
Os demais integrantes do conselho da Petrobras que aprovaram a compra da refinaria não quiseram falar sobre o assunto ou não foram localizados pelo G1. Em 2006, o colegiado reunia ainda o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci Filho, o ex-ministro e atual governador da Bahia Jaques Wagner, o ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra e, como representantes dos acionistas privados, o empresário Arthur Antonio Sendas (falecido em 2008) e Fabio Colletti Barbosa, ex-presidente do Banco Real e do Santander Brasil e atual presidente-executivo da Abril S.A.
Fonte: G1o.......
Este vídeo exibe um discurso de Lula durante a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Ao microfone, ele tenta desqualificar os adversários contando mentiras sobre a Petrobras.
Observem o vídeo e comparem com a crise que nossa Estatal vem enfrentando nas mãos do PT.
O povo cairá de novo nesse discurso barato?

calúnia

11/04/2014
 às 22:11 \ Política & Cia

Senador Aloysio quer punição para o baderneiro do PT que hostilizou o ministro Joaquim Barbosa

Senador Aloysio Nunes Ferreira: servidor baderneiro cometeu vários crimes e deve ser punido ela Câmara (Foto: Agência Senado)
Senador Aloysio Nunes Ferreira: servidor baderneiro cometeu vários crimes e deve ser punido ela Câmara (Foto: Agência Senado)
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) protocolou hoje denúncia na Câmara dos Deputados contra o servidor da Casa e notório baderneiro lulopetista Rodrigo Grassi Cademartori por divulgar um vídeo em que hostiliza o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, na saída de um bar de Brasília, no começo do mês.
Nas imagens que divulgou por redes sociais, Grassi aparece acompanhado de duas jovens assediando aos gritos o ministro, que foi chamado de “fascista”, “autoritário” e “projeto de ditador”, enquanto os três, zombando da condenação do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu pelo Supremo Tribunal Federal no processo do mensalão, gritavam várias vezes “Dirceu, guerreiro do povo brasileiro”.
Grassi é funcionário de confiança lotado no gabinete da deputada Erika Kokay (PT-DF) e recebe salário de 4.800 reais. Segundo nota distribuída pela assessoria do líder do PSDB no Senado, “o vídeo recebeu larga cobertura jornalística nacional e, segundo uma das reportagens, alguns agravos incluíram ainda a acusação de que Barbosa praticava corrupção”.
Para o senador Aloysio, Grassi praticou crimes como calúnia, difamação e injúria, além de, em sua opinião, ter infringido o código de conduta do funcionário público ao não “manter conduta compatível com a moralidade administrativa”, ferir “a dignidade, o decoro e o zelo” para com a sociedade.
A Câmara dos Deputados é presidida pelo governista obsequioso Henrique Alves (PMDB-RN).
Por isso, nenhuma providência efetiva deve ser adotada contra o baderneiro da lancha e da cerveja. Mas o senador tucano cumpriu seu dever.
Este Pais é engraçado,A corrupção,a Petrobras,o Mensalão,tudo no governo Lula e Dilma,e a tranposição do Rio São Francisco o que era a menina dos olhos do Presidente ainda não acabou menor que mata  e nâo é preso e o governo tem a maioria  no congresso a aposentadoria que esta na mesmo e é o governo do PT  realmente vopces estão certo o PT mudou muito. e vocês estão com o Lula  olha se vcs creem em Deus tem uma palavra Maldito do homem que acreditar no homem eu não acredito nele se vces acreditam.para
Hoje, Marina Silva anunciará sua pré-candidatura a Vice-Presidente da República em chapa encabeçada pelo ex-Governador de Pernambuco Eduardo Campos - É a união do desenvolvimentismo com a sustentabilidade, união ideal para o Brasil crescer.
RIO - Depois de todas as polêmicas envolvendo o nome da jornalista Rachel Sheherazade, âncora do “SBT Brasil” que tinha carta branca para emitir sua própria opinião no vídeo, o canal de Silvio Santos resolveu moderar a participação da apresentadora.
Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira, o SBT informa que a partir de agora os comentários em forma de editorial em seus telejornais serão de responsabilidade do canal.
A assessoria do canal informa ainda que a apresentadora poderá ler comentários que não serão mais de sua autoria.
Esse comportamento veio devido representações de deputados do PT e PSOL. Jean Wyllys (PSOL), Jandira Feghali (PCdoB) e Ivan Valente (PSOL), Érika Cokay (PT) foram quem se desesperaram para calar Rachel Sheherazade.

sábado, 12 de abril de 2014

Folha Política: Vicentinho diz que PT está 'satisfeito' com licenç...

Folha Política: Vicentinho diz que PT está 'satisfeito' com licenç...: Imagem: Ricardo Weg / PT O líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), afirmou que o partido ficou "satisfeito" com a atitude do ...

Folha Política: PSDB e DEM vão denunciar André Vargas e pedir que ...

Folha Política: PSDB e DEM vão denunciar André Vargas e pedir que ...: Imagem: Reprodução / Redesul Notícias As lideranças do PSDB e do DEM vão protocolar, na próxima semana, no Conselho de Ética da Câmara ...

Folha Política: PT garante a André Vargas que ele não será expulso

Folha Política: PT garante a André Vargas que ele não será expulso

DILMA ASSUME ARTICULAÇÃO POLÍTICA E TENTA DEBELAR CRISE
APÓS SER COBRADA POR LULA, DILMA ASSUME ARTICULAÇÃO PARA EVITAR CRISE
Publicado: 11 de abril de 2014 às 10:04 - Atualizado às 17:17
Por: 
dilma
Presidenta Dilma Rousseff vai tentar minimizar impacto da CPI da Petrobras. Foto
Brasília - Cobrada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira, 4, para que atue politicamente e tente neutralizar o impacto da iminente instalação da CPI da Petrobras, a presidente Dilma Rousseff chamou, na quinta-feira, 10, para um almoço no Palácio da Alvorada os senadores mais influentes do PMDB, seu principal aliado: o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o líder do governo, Eduardo Braga (AM), o líder do partido, Eunício Oliveira (CE), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Vital do Rêgo (PB).
O script anticrise incluiu a promessa a Eunício Oliveira que fará de tudo para garantir a ele a vaga na disputa para o governo do Ceará na coligação composta pelo PT e pelo PROS dos irmãos Cid e Ciro Gomes, uma reivindicação antiga do PMDB.
Uma das principais preocupações de Dilma com a CPI da Petrobras está relacionada à compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Em 2006, quando era presidente do Conselho de Administração da estatal, ela ajudou a aprovar a aquisição de 50% unidade. Depois, se opôs à compra de 100% da refinaria. Esse é o ponto de partida da oposição no Senado. Vital do Rêgo, que esteve ontem com a presidente, ajudou a ampliar o escopo da comissão na quarta-feira, 9, – incluindo entre os assuntos a serem investigados o cartel no Metrô em São Paulo e suspeitas de irregularidades no Porto de Suape, em Pernambuco. O objetivo é desgastar os adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).
No almoço, a presidente pediu ainda empenho dos peemedebistas para aprovar o Marco Civil da Internet no Senado na semana que vem. A ideia é que ela sancione a lei antes da conferência internacional sobre governança na internet, marcada para os dias 23 e 24, em São Paulo.
Dilma quer usar a lei que regulamenta a internet para dar uma resposta à espionagem feita pela agência americana NSA em seu governo. Os senadores prometeram votar a proposta já na semana que vem.
TCU. A presidente fez ainda consultas sobre o novo nome a ser indicado para o Tribunal de Contas da União (TCU) pelo Executivo. A indicação do senador Gim Argello (PTB-DF) foi tão combatida dentro e fora da corte que ele se viu obrigado a abrir mão de suas pretensões. Haverá duas vagas no tribunal, uma que cabe ao Senado a nomeação, e outra ao Palácio do Planalto. Argello entraria como um nome do Senado. Dilma perguntou aos senadores se, na vaga do Executivo, haveria clima para a indicação da ministra Ideli Salvatti (Direitos Humanos). Ouviu, como resposta, que não deverá haver problemas quanto à aceitação de Ideli.
Os peemedebistas, porém, levaram para ela um nome para o lugar de Argello: Bruno Dantas, ex-consultor Jurídico do Senado, que atualmente está no Superior Tribunal de Justiça. Trata-se de uma indicação do senador José Sarney (PMDB-AL), de quem foi consultor jurídico no Senado, quando presidia Casa. Gim Argello foi alvo de manifestações por funcionários do TCU contrárias à sua indicação e provocou reações até mesmo do presidente do Tribunal.
Apoio
A presidente ainda fez gestos pela manhã aos movimentos sociais, que ao longo do seu mandato se queixaram do distanciamento de Dilma. Em um encontro que durou uma hora e meia, ela conversou com representantes do Movimento Passe Livre e de outros movimentos sociais, como União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento dos Sem Terra (MST), Fora do Eixo e Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Segundo os presentes, Dilma foi assertiva ao dizer que não iria reprimir manifestações neste ano. “A luta não se foca só nos parlamentos, precisa de mobilização das ruas”, afirmou ela, que comparou o engajamento dos jovens ao movimento pelas Diretas-Já. “Digerimos a ditadura indo à rua, indo à briga”, teria dito a presidente.
Ainda ontem, Dilma gravou uma série de mensagens em vídeo para serem apresentadas em inaugurações de entrega de projetos do Minha Casa, Minha Vida, e em formaturas de turmas do Pronatec, programa de ensino técnico. Esses são duas das principais vitrines da campanha da presidente à reeleição. Para cada cidade, ela fez uma gravação. Com isso, acha que pode suprir a ausência em eventos onde não poderá estar presente.
Dilma vai avançar também em Estados de seus futuros adversários. Na quarta-feira, 16, ela irá a Pernambuco, para o lançamento da viagem inaugural do Navio Dragão do Mar, no Porto de Suape.
Adesão. Na noite de anteontem, a presidente recebeu em seu gabinete, no Planalto, o apoio formal do PDT à sua candidatura à reeleição. O apoio foi levado pelo presidente do partido, Carlos Lupi, acompanhado do ministro do Trabalho, Manoel Dias, e de parlamentares da bancada. Dilma disse que aquela era uma “boa notícia”. O PDT vinha negociando o apoio a Dilma para sustentar o ministro Manoel Dias no cargo.
Trata-se da segunda sigla da base aliada a anunciar o apoio oficial ao projeto de reeleição da petista. O primeiro foi o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. O anúncio de Kassab ocorreu no final do ano passado, quando ele passou a ser alvo de suspeitas ligadas à atuação da chamada Máfia do ISS na capital paulista durante a sua gestão. O anúncio do PDT ocorre em meio a suspeitas ligadas à gestão da sigla no Trabalho. (Débora Álvares, João Domingos e Tânia Monteiro/Agência Estado)

DILMA ASSUME ARTICULAÇÃO POLÍTICA E TENTA DEBELAR CRISE
APÓS SER COBRADA POR LULA, DILMA ASSUME ARTICULAÇÃO PARA EVITAR CRISE
Publicado: 11 de abril de 2014 às 10:04 - Atualizado às 17:17
Por: 
dilma
Presidenta Dilma Rousseff vai tentar minimizar impacto da CPI da Petrobras. Foto
Brasília - Cobrada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira, 4, para que atue politicamente e tente neutralizar o impacto da iminente instalação da CPI da Petrobras, a presidente Dilma Rousseff chamou, na quinta-feira, 10, para um almoço no Palácio da Alvorada os senadores mais influentes do PMDB, seu principal aliado: o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o líder do governo, Eduardo Braga (AM), o líder do partido, Eunício Oliveira (CE), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Vital do Rêgo (PB).
O script anticrise incluiu a promessa a Eunício Oliveira que fará de tudo para garantir a ele a vaga na disputa para o governo do Ceará na coligação composta pelo PT e pelo PROS dos irmãos Cid e Ciro Gomes, uma reivindicação antiga do PMDB.
Uma das principais preocupações de Dilma com a CPI da Petrobras está relacionada à compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Em 2006, quando era presidente do Conselho de Administração da estatal, ela ajudou a aprovar a aquisição de 50% unidade. Depois, se opôs à compra de 100% da refinaria. Esse é o ponto de partida da oposição no Senado. Vital do Rêgo, que esteve ontem com a presidente, ajudou a ampliar o escopo da comissão na quarta-feira, 9, – incluindo entre os assuntos a serem investigados o cartel no Metrô em São Paulo e suspeitas de irregularidades no Porto de Suape, em Pernambuco. O objetivo é desgastar os adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).
No almoço, a presidente pediu ainda empenho dos peemedebistas para aprovar o Marco Civil da Internet no Senado na semana que vem. A ideia é que ela sancione a lei antes da conferência internacional sobre governança na internet, marcada para os dias 23 e 24, em São Paulo.
Dilma quer usar a lei que regulamenta a internet para dar uma resposta à espionagem feita pela agência americana NSA em seu governo. Os senadores prometeram votar a proposta já na semana que vem.
TCU. A presidente fez ainda consultas sobre o novo nome a ser indicado para o Tribunal de Contas da União (TCU) pelo Executivo. A indicação do senador Gim Argello (PTB-DF) foi tão combatida dentro e fora da corte que ele se viu obrigado a abrir mão de suas pretensões. Haverá duas vagas no tribunal, uma que cabe ao Senado a nomeação, e outra ao Palácio do Planalto. Argello entraria como um nome do Senado. Dilma perguntou aos senadores se, na vaga do Executivo, haveria clima para a indicação da ministra Ideli Salvatti (Direitos Humanos). Ouviu, como resposta, que não deverá haver problemas quanto à aceitação de Ideli.
Os peemedebistas, porém, levaram para ela um nome para o lugar de Argello: Bruno Dantas, ex-consultor Jurídico do Senado, que atualmente está no Superior Tribunal de Justiça. Trata-se de uma indicação do senador José Sarney (PMDB-AL), de quem foi consultor jurídico no Senado, quando presidia Casa. Gim Argello foi alvo de manifestações por funcionários do TCU contrárias à sua indicação e provocou reações até mesmo do presidente do Tribunal.
Apoio
A presidente ainda fez gestos pela manhã aos movimentos sociais, que ao longo do seu mandato se queixaram do distanciamento de Dilma. Em um encontro que durou uma hora e meia, ela conversou com representantes do Movimento Passe Livre e de outros movimentos sociais, como União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento dos Sem Terra (MST), Fora do Eixo e Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Segundo os presentes, Dilma foi assertiva ao dizer que não iria reprimir manifestações neste ano. “A luta não se foca só nos parlamentos, precisa de mobilização das ruas”, afirmou ela, que comparou o engajamento dos jovens ao movimento pelas Diretas-Já. “Digerimos a ditadura indo à rua, indo à briga”, teria dito a presidente.
Ainda ontem, Dilma gravou uma série de mensagens em vídeo para serem apresentadas em inaugurações de entrega de projetos do Minha Casa, Minha Vida, e em formaturas de turmas do Pronatec, programa de ensino técnico. Esses são duas das principais vitrines da campanha da presidente à reeleição. Para cada cidade, ela fez uma gravação. Com isso, acha que pode suprir a ausência em eventos onde não poderá estar presente.
Dilma vai avançar também em Estados de seus futuros adversários. Na quarta-feira, 16, ela irá a Pernambuco, para o lançamento da viagem inaugural do Navio Dragão do Mar, no Porto de Suape.
Adesão. Na noite de anteontem, a presidente recebeu em seu gabinete, no Planalto, o apoio formal do PDT à sua candidatura à reeleição. O apoio foi levado pelo presidente do partido, Carlos Lupi, acompanhado do ministro do Trabalho, Manoel Dias, e de parlamentares da bancada. Dilma disse que aquela era uma “boa notícia”. O PDT vinha negociando o apoio a Dilma para sustentar o ministro Manoel Dias no cargo.
Trata-se da segunda sigla da base aliada a anunciar o apoio oficial ao projeto de reeleição da petista. O primeiro foi o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. O anúncio de Kassab ocorreu no final do ano passado, quando ele passou a ser alvo de suspeitas ligadas à atuação da chamada Máfia do ISS na capital paulista durante a sua gestão. O anúncio do PDT ocorre em meio a suspeitas ligadas à gestão da sigla no Trabalho. (Débora Álvares, João Domingos e Tânia Monteiro/Agência Estado)

Ladrão de galinhas será julgado no STF

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Processo contra jovem que furtou duas aves avaliadas em R$ 40 chega à instância máxima da Justiça Brasileira. O ministro Fux decidiu negar pedido para arquivar o caso. Em 2013, furto de chocolates também chegou ao Supremo
Um homem acusado de roubar um galo e uma galinha, avaliados em R$ 40, aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para saber se será condenado. Isso porque tramita na corte uma ação movida pela Defensoria Pública que pede o arquivamento do caso, por considerá-lo enquadrado no princípio da insignificância. Se não for aceito, o crime pode resultar em uma pena de prisão de até quatro anos. Na sexta-feira, o ministro Luiz Fux negou o habeas corpus que poderia anular provisoriamente a ação, sob o argumento de que ela se confunde com a matéria e não é admissível nessa situação específica. O ministro pediu um parecer do Ministério Público Federal para embasar a decisão definitiva, que deverá ser tomada pela Primeira Turma do Supremo.
A ação está pulando de instância para outra na Justiça desde setembro do ano passado, embora o roubo tenha ocorrido no primeiro semestre de 2013. Em uma madrugada de maio, o estudante Afanásio Maximinano Guimarães, morador de Rochedo de Minas, no interior de Minas Gerais, invadiu o galinheiro do vizinho Raimundo Gomes Miranda e levou as duas aves. Quatro meses depois, o juiz de São João Nepomuceno, Júlio César Silveira de Castro, aceitou a denúncia de furto. Desde então, a defensora pública Renata da Cunha Martins tenta arquivar o caso, sob o argumento de que o crime tem menor potencial ofensivo. A defensora alega ainda que o ladrão de galinhas devolveu os animais ao vizinho. Mas, o mês passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o arquivamento do caso.
Na avaliação do advogado, mestre e doutor em Direito Constitucional Erick Wilson Pereira, esse tipo de caso deveria, no máximo, parar no STJ, mas acaba seguindo para a Suprema Corte por uma peculiaridade no sistema judiciário brasileiro. "O STJ tem um rigor muito grande no direito coletivo e o Supremo prestigia o individual", justifica. Ele explica que o STJ avalia o dano coletivo à sociedade e vê na sanção um fator pedagógico. Ou seja, a punição funciona como exemplo para que o crime não seja repetido.
O advogado destaca, porém, que o furto é um tipo penal que não costuma fazer parte do leque do STF, o que dificulta a análise do caso. Ele, entretanto, esclarece que o princípio da insignificância gera um grau elevado de subjetividade para o julgador. "Não é verificado apenas o valor do produto do furto, mas a conduta e uma série de requisitos que poderá definir se o caso se enquadra no crime de bagatela", justifica.
Em 2012, o STF negou a redução da pena de 1 ano e 3 meses de prisão para uma pessoa acusada de furtar seis barras de chocolate, no valor de R$ 31,80, para comprar drogas. O recurso foi indeferido porque, apesar do valor irrisório, o autor era reincidente. "Embora essa análise tenha que ser feita nas instâncias infraconstitucionais, o fim dos casos acaba sendo o STJ e o STF. A interpretação do julgador, no caso, é determinante para o desfecho, pois não há parâmetros claros", pontua. (Correio Braziliense)